]
Travessia Petrópolis Teresópolis - Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Explore

Travessia Teresópolis Petrópolis – Parque Nacional da Serra dos Órgãos

A Travessia Teresópolis Petrópolis, carinhosamente apelidada de Terê-Petrô acontece no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso) no Rio de Janeiro. Sendo considerada uma das travessias mais lindas do Brasil, eu não podia deixar de conferir com meus próprios olhos e depois de passar pela experiência de fazer ela, digo: a fama não é em vão! A travessia é realmente maravilhosa e mágica, de deixar qualquer amante da natureza, trekking e montanhismo babando. Apesar de ser puxada, a paz e conexão que ela proporciona são revigorantes.

O Parque Nacional da Serra dos Órgãos

 

Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Foto por: Eduardo Conceição

 

Criado em 1939 o Parque Nacional da Serra dos Órgãos está entre um dos 3 parques mais antigos do Brasil. São 20 mil hectares localizados nos municípios de Teresópolis, Petrópolis, Magé e Guapimirim.

A Travessia Petrópolis Teresópolis tem um percurso de 28 km de extensão, entre subidas e descidas pelas montanhas entre as sedes de Petrópolis e Teresópolis. Só que além dessa travessia, o Parque Nacional da Serra dos Órgãos tem várias outras trilhas, sendo inclusive o parque com a maior rede de trilhas do Brasil, com mais de 200 km de trilhas em todos os níveis e gostos.

 

Mapa Parque Nacional da serra dos Órgãos
Mapa: reprodução

 

Para fazer a travessia é necessário comprar os ingressos para a entrada do parque, para a quantidade de dias e em casos de permanência a diária do camping/beliche/bivaque + valor adicional pelo banho. O ideal é comprar os ingressos pelo site e com uns 3 meses de antecedência para garantir a vaga, já que a Serra dos Órgãos é extremamente procurada e as entradas são limitadas. Especialmente no caso de travessia + abrigo.

Os ingressos são vendidos no site do Parnaso e há opções de pacotes para facilitar a compra ou você pode acessar a tabela de valores aqui e customizar seu pacote. Ideal para quem deseja concluir a travessia em dois dias, diferente do pacote sugerido de 3 dias. Embora eu não recomende fazer em apenas dois dias, razões que explicarei mais para frente.

Conheça também o canal no YouTube:

 

Travessia Teresópolis Petrópolis / Travessia Petrópolis Teresópolis

 

Uma publicação compartilhada por Travel Blog – Olhos de Turista (@olhosdeturista) em

 

A Travessia Petrópolis Teresópolis tem 28 km de extensão e pode ser feita pelo sentido inverso, apesar deste ser o sentido mais comum. Como não conseguimos ingresso para ele, acabamos fazendo a Travessia Teresópolis Petrópolis.

Muita gente tem dúvida a respeito de qual dos dois sentidos fazer e qual é a mais difícil. Conversando com a galera, cheguei na conclusão de a Travessia Teresópolis Petrópolis (o sentido que fizemos) é provavelmente mais tranquilo. Especialmente pelo trecho Pedra do Sino x Castelos do Açu, onde tem os pontos “cavalinho” e “elevador”, que fizemos descendo e quem faz o inverso tem que subir. Apesar disso, tive a impressão de que o sentido que fizemos não é tão bonito como o outro, já que ficamos em alguns momentos de costas para as montanhas.

Além disso há quem faça a travessia em apenas 2 dias, o que eu não recomendo, já que além de ficar muito cansativo, a pressa não permite curtir muito o trajeto. O Principal problema é que como só é permitido acampar nos abrigos, não tem como fazer metade do percurso em um dia e metade no outro. O que acaba sobrecarregando um dos dois dias.

Para fazer a travessia não é obrigatório contratar guia. No nosso caso fizemos sem guia porque nosso grupo era grande e tínhamos membros experientes. Uma dica é usar o Wikiloc para não se perder. Se esse não for seu caso recomendo que contrate um guia, porque apesar da trilha ter sinalizações, há momentos que podem surgir dúvidas. Além, é claro, dos riscos, já que ela é sim um pouco perigosa.

 

Sede Teresópolis x Pedra do Sino – 1º Dia

 

Distância: 11000 km

Duração: +/- 5 horas com grupo médio e 4 paradas (tempo considerando a travessia Teresópolis Petrópolis, no sentido invertido é mais rápido por ser descida)

Dificuldade: Moderada

Reabastecer a água: 4 pontos (cachoeira e pequenas quedas d’água)

Pontos de interesse:

  • Mirante Dedo de Deus (desvio da trilha)
  • Véu da Noiva
  • Cachoeira do Papel
  • Agulha do Diabo (desvio da trilha)
  • Pedra do Sino
  • Pedra da Baleia

Relato:

 

Pedra do Sino Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Como escolhemos fazer a Travessia Teresópolis Petrópolis, demos início nela a partir da sede Teresópolis sentido Pedra do Sino, onde fica o Abrigo 4.

Começamos a trilha mais tarde do que gostaríamos, às 10h30. Nossa preocupação era pegar o Sol muito forte porque estava extremamente quente no Rio, mas para nossa alegria a maior parte do trajeto do primeiro dia é coberto pela mata. =)

Preocupações com o calor a parte, a primeira hora da trilha foi a mais cansativa para mim, já que o corpo estava ainda aquecendo e senti muito o peso da cargueira. O trajeto sentido Terê-Petrô é sempre de subida, mas elas são relativamente leves, não tendo necessidade de muito apoio com as mãos, por exemplo.

Com pouco tempo de trilha podíamos ter feito um desvio para ver o mirante de Dedo de Deus, mas acabamos perdendo a entrada. Considerado um dos “cartões postais” do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, sem dúvidas o desvio vale a pena por isso não façam como a gente! haha!

Andando mais a frente passamos pela Cachoeira Véu da Noiva e Cachoeira do Papel, que infelizmente estavam secas, porque não chovia a 3 meses na região.

Depois de umas 5 horas de caminhada chegamos no Abrigo 4, onde acampamos. Montamos barraca, descansamos um pouco e subimos a Pedra da Baleia que é 5 minutinhos do abrigo. A vista apesar de não ser tão alta, é bem bonita e para quem quiser aproveitar, lá tem sinal de celular. Ficamos um pouco e partimos para o tão famoso e esperado pôr do Sol na Pedra do Sino.

Pedra do Sino

 

 

Pedra do Sino Travessia Teresópolis Petrópolis

O Pôr do Sol na Pedra do Sino é simplesmente fantástico, é um show de cores e formas. A cadeia de montanhas é linda demais. Acaba até sendo pouco tempo para contemplar a paisagem e bater fotos. Haha!

Voltando da Pedra do Sino para o acampamento, comemos um bom rango feito no fogareiro pelo nosso chefe (haha) e partimos novamente para a Pedra da Baleia para observar as estrelas. Nem preciso dizer como o céu de lá é maravilhosamente estrelado, né? Para a gente que vive em São Paulo então, é coisa de outro mundo. Haha!

 

Estrelas na Pedra da Baleia Travessia Petrópolis Teresópolis
Foto por: Eduardo Conceição

 

Pedra do Sino x Castelos do Açu – 2º Dia

 

 

Travessia Teresópolis Petrópolis Parque Nacional da serra dos Órgaõs

Distância: 10000 km

Duração: +/- 8 horas com grupo médio e 4 paradas + pausas curtas (a média em ambos sentidos deve ser a mesma já que o percurso todo tem trechos de subidas e descidas)

Dificuldade: Difícil

Reabastecer a água: 3 pontos (corredeiras)

Pontos de interesse:

  • Vale das Antas
  • Cachoeirinha
  • Vale da Luva
  • Morro do Marco
  • Portal do Hércules (desvio da trilha)
  • Castelos do Açu (desvio da trilha)

Relato:

 

Dessa vez começamos bem cedo a trilha, por volta das 7h30 já estávamos no caminho. O que é ideal já que de todos os trechos da Travessia Teresópolis Petrópolis, esse é o mais pesado, cansativo e com subidas e descidas. De todas com certeza a que mais exige esforço físico.

As subidas e descidas são em maioria formações de pedras bem íngremes. Fora isso a dois trechos“temidos” nesse trajeto: o cavalinho e o elevador. Sinceramente, por tudo que li na internet antes de ir, esperava que fossem trechos bem mais difíceis. Talvez fazendo a Travessia Petrópolis Teresópolis seja realmente mais difícil já que eles devem ser feitos subindo. Mas o sentido inverso foi realmente bem tranquilo, pelo menos para mim.

  • Cavalinho

O trecho é considerado chatinho porque as pedras da descida são distantes uma da outra, o que torna um pouco difícil pisar nelas. Como fizemos a descida com o apoio de corda, ficou bem fácil. O mesmo conselho serve para quem fizer o sentido inverso.

  • Elevador

Quem já fez o Pedra do Baú em São Bento do Sapucaí não vai se surpreender com esse trecho. Tanto lá como no trecho do elevador, a descida deverá ser feita descendo em uma espécie de escada por grampos fixados nas rochas. É um trecho perigoso e é necessário cuidado, mas indo com atenção e devagar é tranquilo.

 

Como a trilha até o Abrigo do Açu é bem cansativa, acaba rolando uma ansiedade para chegar logo no final. Porém, antes do final da trilha há um desvio para o Portal dos Hércules, um dos principais lugares da travessia.

Só que justamente pelo cansaço, acabamos não indo na hora para ele e combinamos de ir no dia seguinte bem cedo, sem as cargueiras e voltar para o abrigo Açu para seguir a trilha. O que acabou não dando certo já que o tempo amanheceu muito feio no último dia e não compensaria ir. Por isso sugiro que procurem sim ir durante o trajeto mesmo, apesar do cansaço, porque dizem ser um dos trechos mais lindos da travessia.

Chegando no Abrigo do Açu tomamos um banho, descansamos um pouco e partimos para o Castelos do Açu para ver mais um belíssimo pôr do Sol.

Castelos do Açu Travessia Terê Petrô

De volta para o abrigo curtimos outro jantar daqueles e fomos ver as estrelas em uma pedra mais alta que o abrigo e menos alta que o Castelos do Açu. Sem palavras para essa noite! Deitamos nas pedras, ficamos olhando as estrelas, conversando e dando risadas. =)

 

Castelos do Açu x Sede Petrópolis – 3º Dia

 

Parque Nacional da serra dos Órgaõs

 

Distância: 7000 km

Duração: +/- 4 horas com grupo médio e 2 paradas (tempo considerando a travessia Terê-Petrô, no sentido invertido é mais devagar já que é subida)

Dificuldade: Moderada

Reabastecer a água: 1 ponto (corredeira) e algumas cachoeiras em casos de desvio

Pontos de interesse:

  • Mirante da Pedra do Queijo
  • Cachoeira das Andorinhas (desvio da trilha)
  • Cachoeira Véu da Noiva (desvio da trilha)
  • Poço das Bromélias
  • Poço Paraíso

Relato:

 

Infelizmente o último dia amanheceu com tempo ruim, pelo menos foi o único de toda Travessia Teresópolis Petrópolis. A pena é porque esse trecho é o que tem maior números de cachoeiras. Por conta da chuva descemos direto para a sede de Petrópolis. O que provavelmente faríamos de qualquer maneira, porque não daria para aproveitar as cachoeiras já que o Parque da Serra dos Órgãos estava há 3 meses sem chover e elas estavam secas. 

Em apenas 4 horas já estávamos lá em baixo. A descida foi um pouco puxada por ser bem íngreme, para quem sofre de dor nos joelhos é complicado. No meu caso sofri com o atrito da unha do dedão com a bota, mas de resto foi tudo tranquilo.

Os desvios para as cachoeiras são bem próximos da trilha principal e dá para aproveitar bastante parando nas cachoeiras durante o percurso.

 

Dicas e informações importantes

 

Travessia Petrô Terê Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Sinal do celular/Internet: na maior parte do tempo da Travessia Teresópolis Petrópolis não há sinal de celular. Só consegui sinal (da vivo) no meio da trilha antes de chegar no Abrigo Açu (no abrigo não tem) e na Pedra da Baleia (próximo do Abrigo 4).  

Temperatura: vá preparado para uma variação de clima. Peguei Sol de rachar durante o dia e frio forte a noite. Por isso prefira sempre começar as trilhas cedo para aproveitar e ir no seu ritmo sem riscos de acabar a trilha já escurecendo.

Lixo: todo lixo produzido terá que voltar com você para a cidade. Não dá nem para jogar o lixo nos abrigos, já que os funcionários também fazem tudo a pé. Inclusive um deles explicou que até o gás do fogão eles tem que levar fazendo a trilha. Então bora colaborar!

Tomada: não há como carregar o celular nos abrigos, porque embora eles tenham energia solar, os gastos são controlados, então eles não disponibilizam as tomadas.

Chuveiro: a água quente acaba sendo limitada e o tempo do banho também. Tente tomar banho assim que chegar no abrigo.

Fogueira: são proibidas. Inclusive já houveram casos de incêndio na mata, causado por pessoas que descumpriram essa regra.

 

O que levar se for acampar

 

mochilão travessia petrô terê no Parque Nacional da serra dos Órgaõs

 

É muito importante não exagerar no peso, afinal você terá que carregar nas costas tudo que levar. O que sem dúvidas te deixará mais lento e cansado. Já ouvi falar que o máximo que podemos carregar é ⅓ do nosso peso, mas eu sinceramente não suporto nem ¼! Haha! O importante na verdade é não abusar e lembrar que a Travessia Teresópolis Petrópolis não é moleza. 

 

Alimentação:

 

Sugiro levar lanches prontos para o “almoço” de 3 dias e café da manhã prático e pronto. Lanches com polenghi, salame e parmesão por exemplo não estragam. Veja mais dicas de alimentos para trilha.

Já para de noite sugiro aproveitar para fazer uma janta reforçada e preparada na hora. Para isso o que você deverá levar de equipamento vai depender:

Se for acampar: leve fogareiro, panelas, talheres e comida.

Se for ficar no abrigo: não é necessário fogareiro e panelas.

 

Camping:

 

O essencial na minha opinião é barraca, isolante térmico e saco de dormir de preferência para a temperatura mais baixa possível (pelo menos 0º).

Não levem colchão inflável pelo amor, além de ser pesado, dá muito trabalho encher para apenas uma noite de sono.

 

Trekking:

 

Camelback (sério, invista porque é muito mais prático do que garrafinha, especialmente em uma situação como essa).

Lanterna

Corda com mosquetão (para usar no trecho do cavalinho)

Bastão de trilha (se não tiver arrume um pau ou bambu resistente pelo caminho)

De resto são itens pessoais e vestuário. Veja dicas mais completas nesse post sobre o que levar para acampar e trilhar. Tem até uma checklist prontinha com as coisas que costumo levar.

 

E aí viajantes, partiu fazer a linda Travessia Teresópolis Petrópolis? Se ficou alguma dúvida manda aí nos comentários que eu prometo tentar ajudar! ;D

Aproveita para salvar a imagem abaixo no Pinterest e deixar esse post guardadinho na sua lista de lugares para conhecer! =)

A Travessia Petrópolis Teresópolis, carinhosamente apelidada de Petrô-Terê acontece no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso) no Rio de Janeiro. Considerada uma das travessias mais lindas do Brasil é parada obrigatória para amantes da natureza, trekking e montanhismo

 

VAI VIAJAR? AJUDE A MANTER O BLOG RESERVANDO COM NOSSOS LINKS!

Para ajudar basta fazer as suas reservas utilizando os links abaixo. Assim o blog ganha uma pequena comissão e você não paga nada a mais por isso!

Hospedagem: Booking.com, Hotéis.com e AirBnb 
Seguro Viagem Seguro Viagem: Seguros Promo e Real Seguro
    Aluguel de Carro: Rentcars.com 
  Ingressos e Passeios: Viator, Ticketbar e TourOn
 Câmbio: TransferWise

Aproveita também para dar aquela força e acompanhar os Olhos de Turista:
 

Olá, meu nome é Luiza Cardoso! Sou a blogueira e idealizadora do Olhos de Turista. Amo viajar pelo mundo e levar minha vida nesse estilo libertador! Ter olhos de turista para mim é observar e admirar todos os cantinhos do planeta, desde o trajeto de casa até a volta ao mundo! :D

Comente esse post!

Comentários (23)

  1. bom saber q nao ha sinal de celular, muito importante ir com gente que ja conheça para nao se perder ne! gostaria muito de ter preparo fisico para fazer essas trilhas e encontrar esses lugares maravilhosos! quem sabe um dia…

    1. Verdade Angie! Não rola fazer sem gente experiente se não a brincadeira fica perigosa. rss
      Vou te falar que sofri nessa trilha, a única sedentária do grupo. haha! Mas foi viu! Dizem que no final o psicológico que manda mais e a beleza do lugar ajuda! =)

  2. Serà que um dia terei coragem de fazer esse tipo de travessia? Ao ler teu relato, morri de vontade, mas meu marido (que era “desbravador” e fazia trilhas sem nenhuma orientaçao na adolescencia) cresceu e virou um fresco. Nao sei se ele me acompanharia.
    Claro que, sò iria com um grupo relativamente grande e amigos, como o que vc fez!
    Por outro lado, meus joelhos nao me aguentam mais. Iria sofrer na descida (atrito da unha com bota também é punk!), mas tbem na subida (caminhada com mochilas nas costas é de matar)!
    Enfim, adorei teu relato!!

    1. hahaha! Olha, você pode incentivar ele a voltar aos “velhos tempos”! Uma vez desbravador, o negócio ta no sangue! rss!
      Esses lances de quem sofre dos joelhos é dose mesmo, mas o pessoal que tinha esse problema no grupo foi devagarzinho e aguentou. É importante manter o próprio ritmo.
      Se resolver depois me conta como foi! =)

  3. Muito interessante essa travessia! E que paisagem linda vocês devem ter presenciado. Só conheço as codades de carro e não imaginava quer a trilha era assim. Adoraria participar de algo assim, mas é preciso muito preparo físico, né? Parabéns!

    1. Ela é linda demais mesmo Diana! Vale a pena!
      Precisa de um pouco de preparo sim, pelo menos certa familiaridade com trilhas. Mas eu por exemplo até tenho um condicionamento bom, mas sou sedentária e consegui, apesar de sofrer em alguns momentos! rss
      Super recomendo a experiência que além de linda, proporciona uma sensação ótima de superação.

    1. Olá Luciana!
      Fica por volta e R$80 as entradas no parque nos 3 dias + camping nos 2 abrigos. De resto você gastará com o transporte até lá (dependendo da sua cidade) e a comida que levar para fazer lá. Não esquece que se for ficar no camping tem que levar fogareiro para preparar a comida. Se resolver dormir nos abrigos tem fogão a disposição, mas ai ficaria tudo R$145.
      Compre os ingressos com antecedência no site: http://parnaso.tur.br/ingresso
      Espero ter ajudado!